Ela sabia que estava fazendo tudo errado. TUDO. Sua consciência nem pesava mais, já havia despencado há muito. Estava soterrada em algum lugar. Mas ao mesmo tempo em que se sentia culpada, se sentia muito feliz. Livre, por alguns instantes. De provar o proibido, de viver uma emoção, o frio na barriga... Ela sabia que estava correndo o risco de arruinar tudo, de acabar com todos os planos...
Só que aqueles instantes valiam a pena, valiam todos os esforços e compensavam toda a preocupação. Por algumas horas, ela esquecia de todos os problemas e chateações; a vida era só sorrir, só sonhar...
Pena que nesses momentos, o tempo passava rápido demais!
Época de refletir, pensar, comemorar... De fazer a retrospectiva do ano e somar os prós e contras de nossas vidas. De vibrar com nossos progressos e morrer de raiva das burradas... De curtir todos os momentos especiais que passamos e de chorar as mágoas e histórias ruins...
Enfim...
Esse ano passou rápido demais. Mas posso dizer que foi um ano muito legal. Amigos, risadas, um pouco de choro e nervoso... Uma gastrite básica, hahahha! Mas também um friozinho novo na barriga, novas perspectivas pro futuro, planos e sonhos a médio prazo... E algumas atitudes que me fizeram bem - mas que talvez eu me arrependa depois... Mas como diz aquele ditado: "É melhor se arrepender das coisas que você NÃO fez", não é??
Alguém aí REALMENTE acha que essa Lei das Filas em bancos vai resolver algo? Pra quem não sabe, a prefeitura daqui de Sampa aprovou uma lei em que o cara que vai ao banco só passe 15 minutos esperando para ser atendido em dias normais e meia hora em dia de pagamento de funcionários públicos.
Pessoalmente, eu acho que essa palhaçada só atinge os escravos que trabalham nos bancos, que têm que se desdobrar pra atender o cretino que não usa caixa eletrônico/internet/ central de atendimento telefônica.
Eu já resolvi que não vou mais trabalhar como uma condenada, sem pausa pra ir ao banheiro ou beber um copo d'água, como fiz no último dia 30 (o dia mais cheio do mês...). Se levar multa, paciência. O banco que contrate mais funcionários. O saco é ter que ouvir encheção dos dois lados - usuários do banco e gerência fazendo pressão.
Pior é saber que 90% dos correntistas usam meios alternativos (caixa eletrônico e internet). Quem mais irrita e reclama são os correntistas dos outros bancos que vêm encher o saco.
Dá vontade de reclamar à altura: "Seu banco é TÃO ruim assim que te faz pegar fila no banco concorrente??".
Senhor, dai-me paciência. Estou irritadíssima com esses correntistas de outros bancos chatonildos!
Já tentei perdoar, passar por cima, mas o que posso fazer se meu coração não permite? Pessoas dizem que a emoção sufoca e esmaga a razão. Eu sei que sou muito racional, mas quando se trata deste assunto, sou extremamente passional...
Reflito, repenso, pondero... mas a reação é sempre a mesma. Boom! Explosão. As palavras saem metralhadas, os pensamentos se movimentam mais rápido que minha boca pode agir, uma sensação de inconformidade... Tristeza. Uma pontada doída, literalmente, no coração.
E lá vem aquela cena que eu nunca vi me perturbar, meu maior pesadelo da vida real. A cena que eu nunca imaginaria se não tivesse sido relatada. A história que eu jamais acreditaria se não tivesse sido detalhada por você mesmo.
E então, fraquejo. Não suporto sucumbir a isso, mas não tenho outra reação senão esta. Lágrimas inconvenientes. Tremores. Suor frio.
Não me diga para esquecer. Não há como esquecer algo que marcou meu coração. Não sei se essa ferida é eterna, mas o caso é que ela ainda dói e me machuca muito.
Deixe-me chorar. Se não passar, pelo menos as lágrimas me aliviam.
ODEIO aquela música tosca do Latino. A tal da "Renata Ingrata". Já disse no post lá embaixo que quase não existem músicas dedicadas às Renatas. E esse mané me aparece com uma letra trash e infame dessas??
Passei 9 dias de férias em Floripa e voltei encantada! Fui com meus best friends - Marisa e Netinho - e ficamos na casa da minha outra best friend, a Rê. A cidade é linda e o povo é muito educado. Em todos os locais que nós passeamos, fomos muito bem recebidos. Adorei!
As praias são muito bonitas e o tempo não podia ser melhor! Não pegamos nenhum dia chuvoso, só à noitinha dava uma refrescada e deu pra pegar uma corzinha!
Não vejo a hora de voltar pra lá e conhecer as outras praias que não deu tempo de visitar...
Instalei um sistema de comentários, mas não sei como faço para personalizá-lo, mudar as cores e tal. É que essa porcaria do Yaccs arquiva as mensagem com mais de três meses... E como eu não venho atualizando o blog periodicamente...
Pode ser que um dia deixemos de nos falar. Mas, enquanto houver amizade, faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe. Mas, se a amizade permanecer, um do outro há de se lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos. Mas, se formos amigos de verdade, a amizade nos reaproximará
Pode ser que um dia não mais existamos. Mas, se ainda sobrar amizade, nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe. Mas, com a amizade construiremos tudo novamente, cada vez de forma diferente, sendo único e inesquecível cada momento que juntos viveremos e nos lembraremos pra sempre.
Há duas formas para viver sua vida: Uma é acreditar que não existe milagre; A outra é acreditar que todas as coisas São um milagre.
Albert Einstein 1879 - 1955
Ah! E Feliz Dia Internaciona da Mulher pras meninas!
É curioso como algumas pessoas mudam do vinho pra água sanitária depois que começam a namorar. Elas praticamente se esquecem dos amigos, cara. E isso é muito chato. Eu até entendo que no começo de namoro, os casais tendem a se afastar das outras pessoas. Isso é perfeitamente normal e eu acho que eu também devo ter feito isso. Mas isso dura, no máximo, uns dois ou três meses, até aquele fogo passar....
Tenho duas amigas que passaram por essa fase. A diferença é que uma delas voltou ao normal e, hoje, o namorado dela sempre sai com a gente e eles são muito legais. A outra... putz, essa eu perdi a amizade. Ela se afastou de todos os amigos antigos e hoje, só sai com a turma do namorado dela. E isso é uma pena porque todo mundo reparou e ficou chateado, mas agora não faz mais questão da presença dela quando a gente sai, do mesmo modo que ela não faz mais questão de sair com a gente. Ela ficou superdependente dele, não sai se ele não for junto e parece que ele é deus. Credo. Sem falar que ela mudou a personalidade – e ela tinha um gênio forte do caramba – e hoje, é submissa demais. Aterrorizante. Sabe quando a pessoa toma todas as atitudes de acordo com as vontades de outra?
Eu e o NippoBoy nunca fomos assim. Cada um tinha seus amigos no começo, mas faz tanto tempo que estamos juntos que praticamente não há mais turmas separadas, tipo a minha turma e a turma dele. Hoje, parece que só temos amigos em comum.
Finalmente será lançada uma música decente dedicada às Renatas !
Já ouvi uma "Renata, Renatinha" de um João Sabiá - parece que ele era daquele programa Fama, mas não achei grande coisa.
Mas agora é pra valer! Por enquanto, é inédta. Foi escrita pelo Chico Buarque em parceria com Ivan Lins e, pelo que parece, vai ser gravada pela Leila Pinheiro.
A música se chama Renata Maria e, quem me conhece, sabe que, foneticamente, é igualzinho ao meu nome!
Eis a letra:
Renata Maria – Chico Buarque e Ivan Lins
Ela era ela era ela no centro da tela daquela manhã
Tudo o que não era ela se desvaneceu
Cristo, montanhas, florestas, acácias, ipês
Pranchas coladas na crista das ondas, as ondas suspensas no ar
Pássaros cristalizados no branco do céu
E eu, atolado na areia, perdia meus pés
Músicas imaginei
Mas o assombro gelou
Na minha boca as palavras que eu ia falar
Nem uma brisa soprou
Enquanto Renata Maria saía do mar
Dia após dia na praia com olhos vazados de já não a ver
Quieto como um pescador a juntar seus anzóis
Ou como algum salva-vidas no banco dos réus
Noite na praia deserta, deserta, deserta daquela mulher
Praia repleta de rastros em mil direções
Penso que todos os passos perdidos são meus
Eu já sabia, meu Deus
Tão fulgurante visão
Não se produz duas vezes no mesmo lugar
Mas que danado fui eu
Enquanto Renata Maria saía do mar
Segundo o próprio Chico:
"— Renata Maria é um diminutivo de Renata. É como ‘Renatinha’."
*** Você pode ler um monte de informações nesse site aqui, ó! ***
Mais quatro dias úteis (sexta, dia 09, é feriado em Sampa) e estou de férias!
Nem acredito!
Dessa vez, vou pro Arraial D'Ajuda e Trancoso.
Depois talvez vá pra Paraty com minha melhor amiga.
Vou aproveitar pra começar a auto-escola.
Vou dormir muito.
Porra. Toda vez que eu não encontro alguma coisa, reviro tudo. Bolsas, armário, gavetas, embaixo da cama. Faço uma bagunça do caramba. Me irrito. Então, depois de algum tempo, olho de novo e lá está: no mesmo lugar que eu já havia procurado, em cima de tudo, como se sempre estivesse ali.
Li uma vez nas historinhas do Chico Bento que isso é o Saci quem faz. Fala sério.
Não sei se todos ficaram sabendo, mas a boneca Barbie não namora mais o Ken. Depois de mais de 40 anos juntos, os pombinhos se separaram e vão ser apenas bons amigos. Pior que foi essa a declaração de um dos caras da Mattel, fabricante da Barbie nos Estados Unidos.
Fala sério. Virou notícia até aqui nesse site, ó. Um dos motivos da separação, pasmem, foi porque o Ken se recusava a se casar com a Barbie. O outro motivo foi a carreira promissora da boneca.
E agora? Quem a Barbie vai namorar? Eu ainda devo ter todas as minhas Barbies guardadas no armário, para um único Ken. Elas brigavam entre si e disputavam ele a tapa! Hahahah!
Voltei! Gente, fiz a melhor viagem da minha vida! Cheguei do paraíso nesse domingo! Cara, acho que eu nunca fiquei tãããão queimada de sol como estou agora! Com uma marquinha de biquíni invejável!
Fomos para Porto de Galinhas - PE. Acordei cedinho todos os dias para pegar a maré baixa e nem reclamei muito! E olha que isso é um milagre! Nadei com um mooonte de peixinhos nas piscinas naturais e tirei uma porrada de fotos. Sério. Torrei 5 filmes em uma semana. Tem mais fotos dos peixes do que de nós.
Passei por quase todas as praias de Porto de Galinhas, fui até Recife e depois, fui conhecer as galés de Maragogi (AL), que é simplesmente maravilhoso!
As fotos ficaram prontas, mas com essa chuva que não pára desde que nós chegamos, o trânsito foi demais e vou buscar só amanhã. Por enquanto, fiquem com essa aqui que eu guardei antes de viajar!
Nem acredito: nosso TCC acabou. A-ca-bou. A-c-a-b-o-u.
Entregamos pro coordenador de Jornalismo e só temos a apresentação pela frente. O projeto, uma revista voltada para deficientes motores e sensoriais, ficou lindo. A diagramação ficou linda, a impressão ficou muito legal, tudo muito lindo.
Pena que eu não nasci pra ser jornalista: quase nada da revista foi feita por mim. Apesar disso, meu grupo tá de parabéns.
Aula na faculdade. Maçante, como sempre. De repente, o professor começou a contar um causo e eu resolvi despertar do sono profundo e prestar atenção.
Um aluno perguntou se os grandes problemas éticos do jornalismo não eram causados porque alguns "repórteres" nunca pisaram em uma faculdade, tampouco tiveram aula de ética (afinal, hoje até Erika Palomino e Mônica Bergamo são denominadas jornalistas).
Então a classe respondeu que o fato de não ter aulas de ética não mudava em nada (ainda mais com o professorzinho que nós temos), porque isso depende tanto do bom senso quanto da índole.
Aí, um mané soltou a frase fatídica:
- Ô, rapaz! O Gugu se formou aqui e olha só o resultado!
Acho que minha vida social vai começar a voltar ao normal. Acho.
Hoje foi a entrega da primeira parte do maldito TCC. (suspiros....)
***
Minhas aulas desse semestre finalmente vão começar. Depois da greve e do pedido de demissão coletiva de metade dos professores (alguém já viu essa palhaçada em faculdade particular? Não? Bom, na minha essas coisas acontecem...), acho que agora as coisas vão entrar nos eixos. Tomara que os professores substitutos sejam ruins. Quanto mais meia boca forem, nessa altura do campeonato, melhor pra nós.
***
Andei sumida mesmo.
Primeiro veio a dor de cabeça animal. Me derrubou de verdade. Depois, a febre. Os suores. A febre. Os suores. E ficaram nessa indecisão durante cinco dias seguidos. Então, veio a dor de garganta. No começo, até suportável, mas ela não se contentou. Atacou minhas amígdalas e eu me ferrei. Tive que correr pro médico porque não conseguia engolir a própria saliva, fiz exames de sangue e... tomei a primeira (e última) Bezetacil da minha vida. Pqp, COMO DÓI aquela porra. Agora, são as aftas que estouraram na minha boca por causa da maldita febre.
Resultado: faz uma semana que eu só estou ingerindo líquidos. Antes não conseguia engolir nada por causa da amigdalite, agora são as aftas. Já emagreci 2 kg, mas não estou mais agüentando de fome!
Inferno.
Eu adoro assistir aos intervalos na TV. Sério! Lógico que eu gosto só dos comerciais bem feitos, criativos e que inovam. Daqueles que marcam e grudam, quando dá vontade de assistir de novo. Por exemplo: - o comercial do Peugeot 206, com aquele cara (que eu acho que é indiano) que faz de tudo pro carrinho dele se parecer com o 206. Muito bom! - o comercial do Toyota Corolla com o Brad Pitt. E a propaganda nas revistas também é muito boa, compara os olhos reluzentes do Brad com os faróis do carro. De tirar o fôlego.
Agora, tem algumas propagandas que eu não suporto nem ouvir: - a do Axe Convicção (que tem uma música ridícula e um peixe nada a ver) - a do Assolan, copiando a musiquinha do Rouge, mas com um refrão horrível.
E tem as podres, tipo a do Guaraná Dolly, que repete “Dolly” umas 50 vezes em menos de 30 segundos. Lojas Marabraz... casas Bahia... Me admira que tenha gente paga pra criar esses lixos e, pior: gente que paga por isso! hahahahahha!
Eu no metrô indo pro trampo. Encontro um colega de serviço. Dizem que ele é o mais bonito da agência, concordo: ele é bonitinho, sim, mas não faz nem um pouco meu tipo. É meio loiro e tem olhos clarinhos, rostinho de galãzinha dos anos 50.
Ok. Conversamos normalmente enquanto o metrô não chega e depois entramos no vagão ainda papeando, sorrindo, um dando risada da cara de sono do outro. Logo que ponho os pés no metrô, sinto duas meninas secando o meu amigo - ele deve ter emagrecido uns quatro quilos - e nem repara nelas. De repente, sinto as mesmas meninas me secando dos pés à cabeça com a maior cara feia do mundo.
Quando eu era criança, tinha uma mania que toda criança deve ter: algumas semanas antes do meu aniversário, contava quantos dias ainda faltavam para o dia.
E, quando finalmente chegava o tão esperado doze de abril , eu tinha uma sensação muito estranha durante o dia inteiro, tipo "Putz, hoje eu estou ficando mais velha!". Era muito esquisito!
Ontem foi meu aniversário e eu não tive sensação de estranheza nenhuma. Pelo contrário, corri o dia todo pra lá e pra cá porque resolvi fazer uma festona pra comemorar . Deu um puta trabalhão, mas no final valeu a pena. Eu acho que a melhor sensação que eu poderia ter no meu aniversário é me sentir querida, ainda mais rodeada por pessoas que eu gosto demais. Chamei muitos parentes e os meus melhores amigos, foi muito gostoso e a noite acabou só hoje de manhã! Na última vez em que eu resolvi fazer uma festona, chamei uma porrada de amigos e só os mais chegados apareceram - foi até frustrante.
Dessa vez, só chamei as pessoas que eu tinha certeza que viriam. Não tem aquele lance de "ah, vou ficar deslocada", nem outras desculpas. Simplesmente chamei as pessoas que eu amo e sei que gostam muito de mim. E acho que ontem foi um dos melhores aniversários da minha vida. =)
NIPPOinversão Às vésperas da Páscoa, ainda tem um panettone perdido lá em casa. Tomara que quando o Natal estiver chegando, eu ainda tenha ovos de chocolate na gaveta...
Coisas que vocês definitivamente não sabiam sobre mim
Adoro cafuné. Acho que vou seguir carreira no banco e abandonar o jornalismo depois de me formar Quero ter três pimpolhos correndo pela casa (isso se o salário-merreca do banco permitir) Nos meus planos, o casamento sai em 2007 (viu, NippoBoy?) Já levei vários tombos ridículos na rua... Não sei dirigir Nunca fiquei bêbada Quando eu tinha 9 anos, fui pra Los Angeles na casa de uma tia que morava lá na época. Fui sozinha e morrendo de medo! Já saí no tapa com uma menina em frente à minha casa quando eu estava na sétima série Sou possessiva. Egoísta. Pão dura. Chorona. Medrosa. Insegura. Esquentada. Meus apelidos são Renatinha, Natinha, Rê, Rezinha, Pimentinha e, claro, Nippo!
E nesses dias em que estive ausente descobri que o Carnaval começa nesse próximo final de semana. Acho que eu fui a última a saber. Vou pra Curitiba, na minha penúltima viagem esse ano. A última será em abril, mês do meu aniversário, já que ganhei um fim de semana em Campos do Jordão com acompanhante...
Meu momento mais triste e mais doloroso foi a perda de um tio. Meu maior alívio foi ter passado no exame da Ruth Romcy com folga. Minha melhor escolha foi ter mudado de emprego. Me adaptei muito bem no banco e estou bem melhor lá, com mais tempo pra cuidar de mim e só rodeada de gente verdadeira. A viagem mais legal foi pra São Francisco do Sul, em Santa Catarina. Tudo bem que deve ter sido uma das únicas. Mas a viagem pra Curitiba também foi uma delícia. Os melhores reencontros foram com as meninas do colégio no shopping, com a Rachel em Curitiba, com a Luly e o Rafael no cine e com a Nati e a Régis na big formatura da Nati. O pior reencontro foi com um magrelo coió na academia que me fez sentir a pior das idiotas: como eu pude sentir alguma coisa por aquilo? A maior surpresa foi o casamento da Paulinha. E a vinda do Lucca também... Meu maior sorriso foi ao ver o Dinho do Capital. Duas vezes, aliás: uma na Fnac, na noite de autógrafos e quando eu quase tive uma parada cardíaca depois que ele entrou de repente na minha classe da faculdade. Minha melhor amiga foi, mais uma vez, a Camila. Meu perfume foi CK One. Os pratos que eu mais comi nesse ano e que marcaram foram dois: churrasco e shimeji na manteiga. Eu admito que exagerei em ambos. O casal do ano foi a Camila e, pasmem, Ricardo. Quem diria!
Meus melhores companheiros de besteirinha: vocês! Bom Ano novo para todos!
* Definitivamente, eu não sei jogar boliche.
* Joguei War pela primeira vez na vida e a-d-o-r-e-i. Pena que cada jogo dure umas três horas no mínimo.
* Fazia tempo que eu não sentava numa mesinha de bar...
* Conversei com uma amigona de colégio por um tempão e nem parecia que a gente não se vê há meses.
* Dormi bastante, mas mesmo assim, ainda tô com sono.
* Comi demais...
* Dei muita, mas muita risada!
* E... hmmm!
NIPPOgostando-de-ser-mimada É tão gostoso se sentir querida, não é? Lá no trampo, vivo sendo paparicada. Talvez porque eu seja mais nova, inexperiente e quase nanica no meio daquele monte de marmanjo. Meu chefe é um fofo, adoro ele. Muito bonzinho, tem só 26 anos e a gente conversa muito. Acho que viramos amigos porque ele sempre me dá muitas dicas e joga limpo, coisa que eu admiro muito. Um outro lá deve estar querendo que eu engorde, porque vive comprando pão de mel pra mim... Tem as meninas também que me ensinam muita coisa e sempre me dão conselhos. Adoro isso!
O que fazer quando recebemos revelações bombásticas? Quando você tem quase certeza de uma coisa e, de repente, ela muda? Você perde suas referências e acaba não sabendo como agir. Ontem, tomei um choque. Levei um susto. E ainda não me recuperei.
Tô estranha...
Uma pessoa só pode ser completamente feliz quando ela acorda em qualquer dia chuvoso e frio e pode voltar a dormir de novo. E só acordar a hora em que ela bem entender.
Magrinho. Bem magro, tipo o Dinho do Capital. Nem alto, nem baixo. Mais ou menos 1,75m. Uns 32 anos, mais ou menos. Cabelos espetadinhos, bem hype. Cabelos espetadinhos de cor vermelho intenso. Dois piercings pequeninhos na orelha esquerda. Óculos de aros grossos e escuros, com lente bem fininha. Camiseta curta, jeans modernoso e tênis. Articulado. Inteligente. Culto ao quadrado. Professor de história. Concentrado e dedicado naquilo que faz. Alternativo. Dá beijos escandalosos na namorada em público.
Se eu não tivesse namorado e convivesse freqüentemente com um sujeito desses, provavelmente me apaixonaria por ele...
Meu, eu não sabia que ser locutor de rádio era tão difícil! Não que eu tivesse menosprezado essa profissão, mas nunca tinha me dado conta da complexidade. Essa semana, meu grupo de trabalho da disciplina de Radiojornalismo teve de apresentar um boletim informativo, produzido por nós mesmos, só pra treinar, como se fôssemos repórteres de rádio AM. Depois da gravação, a professora sentou com a gente e deu um monte de dicas. Ela disse que minha voz é suave e parece que não faço nem força para falar, mas que eu terminava as frases para baixo. Ou seja, começava falando num tom e ia baixando no final, perdendo o ritmo. Agora, estava eu treinando pra poder gravar de novo e, meuuu! Como isso é difícil! Uma hora, fico sem ar, outra hora, parece que a frase não tem ponto final.... Afff!!!
Minha mãe era daquelas pessoas que morriam de nojo de gente que ficava abraçando e carregando no colo seus respectivos animais de estimação. Dormir com um deles, então, era o máximo da porquice humana.
Depois que a minha casa foi invadida no ano retrasado, eu e meus irmãos finalmente realizamos nosso sonho de crianças: ter um cachorro. E então, a Luna começou a fazer parte da nossa família.
No começo, minha mãe ficou revoltada porque a gente carregava aquela bolinha de pêlo no colo e as roupas viravam um casaco de pele. Era horrível pra tirar e lá vinha mamãe Nippo encher o saco. Se inventássemos de comprar um brinquedinho pra ela, minha mãe chiava porque geralmente esses troços são relativamente caros.
Enfim... minha mãe mudou da água pro vinho. Ela não chega a dormir com a cachorra e nem carregar no colo, afinal, nós temos uma rottweiller e isso seria meio impossível! Mas hoje a Luna tem 1 ano e 4 meses e a dona preferida dela é a minha mãe. Aliás, as duas se entendem muito bem. Minha mãe conversa com ela, gente.... É sério! Não chega a latir, mas conversa com a cachorra como se ela entendesse tudo. Sabe quando as pessoas conversam com bebês e falam daquele jeito irritante? Pois é assim mesmo que a minha mãe faz. É ridículo... Eu torço pros vizinhos não ouvirem pra não passar vergonha!
A gente até diz que a Luna é a terceira filha da mamãe. Ela fica brava, óbvio, mas não deixa de ser verdade. Se está frio, minha mãe fica preocupada e pega um cobertor. Se está calor, coloca água fresca. Se está chovendo, abre o portãozinho do quintal. Se a cadela tá sozinha, alguém tem de ir fazer companhia. Se ela tá boazinha, ganha biscoitos e ossos de borracha.... e ela ainda fica brava quando eu digo que aquela cachorra é mimada!
* Não tenho muita paciência com gente burra. E menos paciência ainda com gente que tem preguiça em aprender. Eu me deparo com isso a cada dez minutos na agência e fico abismada. Deve ser por isso que essa merda desse país não anda.
* Meu melhor momento do dia foi ter ficado com o ego lááá em cima....
* Odeio ligar pra celular que só cai na caixa postal.
* No busão, tinha uma mulher lendo um livro do meu lado. Não costumo bisbilhotar nem filar a leitura dos outros, mas foi inevitável depois que eu ouvi a moça dando risadinhas. Olhei com o canto do olho e vi um gráfico intitulado Quantas vezes as pessoas fazem sexo por ano. Descobri que dos 20 aos 29 anos, são 149 vezes. Será que o autor do livro contou quantas vezes ele, hmm, entrou na brincadeira?
* Ontem, me lembrei de uma coisa ao ver um gato na rua. Me disseram que só as fêmeas tinham três cores. Senão, é machinho. Sei lá se é verdade...
* Hoje tem baladinha na casa da Cá pra comemorar o niver dela. Oba!
Eu sei que a gente se acostuma, mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender a luz. E à medida que acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão...
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado, porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal do ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíches porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no õnibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceita ler todos os dias sobre a guerra, dos números de longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: "Hoje não posso ir". A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que se paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar.E a pagar muito mais do que as coisas valem. E saber que cada vez se pagará mais. E a procurar mais trabalho para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagars nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e ver comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata de produtos.
A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta do pé, a não ter uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só o pé e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque sempre tem o sono atrasado.
A gente se acostuma a não ralar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se d faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida, que aos poucos se gasta e, que de tanto se acostumar, se perde de si mesma.
Achei lindo.... O texto é de Marina Colasanti (e não do Veríssimo!)
Maestro, uma nota! Uma vez eu falei aqui mesmo no blog que tinham umas músicas que me faziam sentir saudade de alguma coisa que não sei bem definir o que é....
Ontem, como eu fiquei triste por uns motivos aí, tive novamente essas sensações. Não são bem 'saudade' de algo, mas, assim como os cheiros, quando eu tô meio chateada algumas músicas têm a capacidade de me deixar suspirando, simplesmente pela melodia que soa mais triste ou pelas palavras que tocam.
Senti essa coisa estranha (mas gostosa) quando ouvi no rádio Forever do Kiss e uma música que esqueci o nome agora, cantada pelo Seal. Não chegam a ser músicas de fossa, mas elas têm um efeito esquisito em mim. Eu costumo fechar os olhos e relembrar um monte de momentos bons, como se elas trouxessem de volta todas as coisas boas. Outras músicas que provocam isso em mim são Careless Whisper do George Michael, Domino Dancing do Pet Shop Boys, Vambora da Adriana Calcanhoto, Mal Acostumado do Araketu (sim, é de um grupo de axé, mas essa música teve uma participação impressionante em uma fase da minha vida), Truly, Madly, Deeply do Savage Garden e Fogo do Capital.
Tem mais um montão de músicas que me deixam flutuando... Fora as músicas que me fazem lembrar de situações em particular e de pessoas especiais. Mas isso fica pra outro post....
*****
Alguém reparou que eu ando meio triste esses dias ou é só impressão minha? Acho que eu to precisando de um colo, abraços fortes e um pouco de mimo...
Dois momentos vieram ao meu conhecimento depois que aceitei trabalhar no meu atual emprego.
Momento 1: Papai é bancário e parece que quando eu era criança, eu vivia repetindo:
- Quando eu crescer, quero trabalhar no Banco do Brasil!
Depois de crescida, ou melhor, mais velha (já que não cresci muito) não queria trabalhar em banco nem morta.
Mordi a língua...
Momento 2: Em uma das idas ao banco quando era bem pequeno, meu irmão conseguiu entrar no lugar onde qualquer um ficaria de queixo caído: no cofre.
Ele acompanhou meu pai para guardar uns malotes de dinheiro e eles ficaram lá durante alguns minutos. Chegando em casa, ele arregalou os olhos e disse todo orgulhoso para minha mãe:
- Mãe!!! O papai é rico!!
Celular toca durante o intervalo das aulas na facu. A garota atende.
- Alô?
- Alô! Filha?
- Oi, pai! Tudo bem?
- Tudo... ô, minha filha, você deixa o celular ligado durante a aula?
- É... Fala, pai, o que foi?
- Mas, minha filha, que falta de educação! Você tem que desligar o telefone, né?
- Pai! Mas fala pra que você ligou!
- Eu? Nada...
- Nada??
- É! Liguei só pra acabar com a bateria do meu celular!
Ambientação: NippoGirl está em um corredor da faculdade, 21:15h, 6ª feira. Vê um casal andando de mãos dadas e, ao passar por eles, ouve um 'Ah, mozinho, mas eu te falei que...' NippoGirl faz uma careta e vai pra aula.
Desculpem aqueles que fazem uso daquilo que eu vou escrever aqui, mas isso é apenas a minha opinião.
Acho péssimo dirigir-se ao namorado (e vice-versa) usando palavras (?) como benhê, mô, mozinho (blergh!!!), neném, chuchu e variantes. Eu tenho horror a isso! Nos primeiros meses de namoro, o NippoBoy me chamou de 'mô'. Eu simplesmente surtei, ahahah!! Tudo bem, entendo que as pessoas achem que essa é uma forma carinhosa, meiga (?) e tal. Até acho que seja mesmo, mas pra mim, isso é breguice pura. (Ai, gente é só a minha opinião...)
Meus pais se chamam de 'Bem'. Uma amiga era chamada de 'Amôôôr' e 'Mô' pelo ex. A namorada de um dos melhores amigos do meu boyf chama o cara de 'Nê' - abreviação de 'neném'. Pufffff.........
1. Desliga a TV, amor. Acho que precisamos falar sobre nossa relação... 2. Aquela mulher tem os seios muito grandes. 3. Não... não estou com pressa. 4. Antônio Banderas e Brad Pitt? Nossa!!! ... a gente TEM quer ver esse filme! 5. Já que eu tô de pé, quer alguma coisa? 6. Sexo não é importante. Vamos apenas ficar conversando... 7. Quer ajuda para escolher os sapatos? 8. Por que a gente não vai ao shopping e você escolhe alguns sapatos novos? 9. Eu realmente não sei o caminho. Vamos parar e perguntar... 10. Eu seguro sua bolsa enquanto você experimenta este outro.. 11. Esse vestido ficou bom... mas porque você não experimenta mais alguns? 12. Você cortou o cabelo?! 13.Você está com dor de cabeça? Deixa que eu pego um remédio para você e faço uma massagem para você relaxar. 14.Querida, telefone para você. É o seu melhor amigo. 15. Nossa! Como você é inteligente. Se não fosse você, não sei como viveria. 16. Pode deixar a louça comigo! Hoje é domingo e você merece descansar. 17. Eu acho a Feiticeira tão artificial... 18. Vamos hoje na casa de sua mãe. Faz tanto tempo que não a vemos. 19. Adoro sair com você e seus amigos. Eles são tão divertidos. 20. Eu? Pro bar? De jeito nenhum! Prefiro ficar com você. 21. Meu amor! Já pus a roupa suja na máquina. 22. Esta noite quero te dar tudo que você merece. Vamos ao restaurante mais caro da cidade. 23.Querida, vou reclamar com o vizinho sobre essa história da filha dele ficar de calcinhas na janela. Que pouca vergonha! 24. Não vou beber muito! Afinal, ficar de pileque é fazer você passar vergonha. E isso nunca!!
NIPPObalada Não sou mais de sair de balada direto. Aliás, acho que nunca fui de sair muito. Mas esses dias tava pensando como é o processo... Meu, dá muito trabalho, ahahha!!!
Primeiro, vc fica naquela expectativa pensando em como vai ser. A preparação demora algumas horas: algumas fazem a unha, outras correm pra fazer a chapinha e a escova (no meu caso, tento fazer uns cachinhos nessa lisura que é meu cabelo) e depois, vem a parte mais demorada: com que roupa eu vou?? Acredite, essa é a pior parte na minha opinião. Quem me dera se, a cada balada que eu fosse, pudesse comprar uma roupa nova! Com meu salário de escraviária, no way!!! Depois de mais meia hora de maquiagem, só resta esperar. Eu, que não dirijo, dependo das caronas amigas. E elas sempre, sempre atrasam. Hahaha!
Bom, na balada, se você não tiver vip, mofa na fila. Reze pra não garoar... Lá dentro, faz-se o reconhecimento. Procura-se meninos bonitos, olha-se as roupas das minas alheias... Ahah!! Não adianta negar! A pista ainda não está muito cheia porque a noite mal começou, então todas vão para o bar, que está lotado e todo mundo se espreme pra pegar alguma bebida. Pra pedir, você deve gritar e ficar acenando a comanda na cara do sujeito até ele resolver te atender. Nessa hora, algumas amigas podem ter desaparecido e então, você se dá conta que precisa dar umas voltinhas também. As garotas restantes voltam para a pista e ficam lá, dançando em rodinhas. Sempre aparecem os engraçadinhos que começam a dançar atrás de vocês, vindo com umas cantadas bem típicas de danceteria. Isso quando não aparece uma menina desconhecida que diz: Meu amigo gostou de você!. Nada mais péssimo que receber uma cantada através de outra pessoa...
Bom, tudo bem. Você reza pra que o carinha mais ou menos bonitinho que chegar em você ainda não tenha beijado nenhuma outra mina e que ele esteja pelo menos sóbrio. Reza também pra que ele não fale: você vem sempre aqui?O que vc faz da vida?O que vc gosta de fazer? Eu acho que esse tipo de conversinha fraca se parece com aquelas de chat. Toscas...
Se vc se arrisca a beijar alguém, tem duas chances: ou é bom ou é péssimo. Se for péssimo, já sabe: depois de 15 minutos, um dos dois diz que precisa ir ao banheiro ou que precisa procurar os amigos... Pode crer: depois disso, vcs não vão mais se ver e, se isso acontecer, um dos dois, vai estar com outra pessoa. Éééé.... não adianta dizer que não... hahahha! Agora, se vc não ficou com ninguém, se sente a rejeitada... Ahahahha! Daí vc vai se sentar porque está sozinha ou perdida das outras. E sempre vem um mala xavecar... Fala sério!!! Você é obrigada a levantar mesmo que os pés estejam formigando de dor por causa da sandália, até que reencontra as outras. Dançam mais uma horinha até alguém sugerir sair fora. E porra, a fila do caixa é gigante!! Você fica lá apoiada na parede e suas amigas ficam agachadas. Nada mais trash... O DJ, ainda por cima, começa a tocar uns sons esquisitos: é, está mesmo na hora de ir embora.
Na volta pra casa, vc sai com o cabelo desgrenhado e as roupas cheirando a cigarro. Seu pé parece que está moído e os ouvidos zumbindo. Seus olhos estão todos borrados porque a maquiagem já era... E mesmo assim, não vê a hora de sair de balada de novo!
Hoje eu tava vindo pro trampo e um 'mano' com uniforme de office-boy (calça branca e camisa de pagodeiro) falou: Aiaiai!! Como eu faço pra conseguir seu telefone?. Dá um tempo.
Comigo, só funciona se for original. Sem clichê. Pode ser meiguinho, bem humorado ou me deixar sem reação: essas são as melhores. Eu tava no ônibus uma vez e um cara arrumadinho sentou do meu lado. Até aí normal. Chegando na hora dele descer, ele me deu um origami que ele fez durante a viagem, em forma de coelhinho, bem pequenininho. Fofo! - O que é isso? - Pra você... - Pra mim? Por quê? - Porque eu te achei lindinha... E saiu... E eu fiquei com um sorriso bobão na cara.
quilo me fez ganhar o dia! Tenho o coelhinho até hoje!
Acho que o post sobre política não rendeu muitos comentários, apesar dos page views de sempre. Hahaha!
Acho que muita gente ainda está em dúvida. Ou não têm nada a declarar, ou querem se manter afastada do assunto. Eu, particularmente, detesto política. Mas sempre tento me informar um pouco, me esclarecer, porque eu ainda acredito, de verdade, que esse país tem jeito. Eu sou daquelas que faz questão de votar. Mesmo se não fosse obrigatório, eu votaria. Aliás, sou a favor do voto não obrigatório, porque um monte de gente joga a opção no lixo e o país fica nessa mesma merda.
O que me deixa mais irritada, pra não falar outras coisas, são sobre os mitos e lendas em torno de alguns candidatos. Outro dia, conversei com uma amiga que trampou comigo, a Nath, (tomara que vc leia! Vc me prometeu uma coisa e não cumpriu!) e ela disse que não ia votar no Lula porque ele é comunista. !!!!!!!!!!!!! Briguei feio com ela, mas não que eu quisesse que ela mudasse de voto, mas porque isso não é argumento, porra! Ela não soube me dar nenhum motivo pra pensar desse jeito, ela não soube me falar sobre nenhum plano de governo dele e, pasmem, nem do candidato que ela pretende votar!!
Essas lendas de que o Lula vai se apossar das propriedades e doar todas aos sem-terra, de que vai dar calote na dívida, que vai deixar os militares ocuparem o poder como em Cuba (o engraçado é que quando os militares ocuparam o poder aqui no Brasil, nem foram os sujeitos de esquerda que fizeram isso...), que o Lula é ignorante, que não sabe falar inglês (!!), que é ex-metalúrgico....
Na boa: se alguém tiver só esses “argumentos”, que não venha conversar sobre política comigo. Apresente os porquês e as explicações que sejam convincentes e verdadeiras. Você não vai me fazer mudar de idéia, mas pode me fazer entender sua opinião. Já quebrei o pau até com o meu namorado porque ele é muito mal-informado e me irrita muitas vezes por não saber rebater com um teor que seja válido.
Noite passada, a minha rua estava com um cheiro que me deu saudade. Cheiro de Bauru, disse pro meu namorado. Ele fez aquela cara de zombaria: - Tá louca? - Não, é verdade! Esse cheiro, nossa, esse cheiro é o mesmo que eu sentia lá em Bauru, à noite. As ruas de lá é que têm esse cheiro.
Não me chame de esquisita, porque eu sei do que estou falando. Eu sei que é estranho... Mas não é só com isso. Geralmente, consigo reconhecer perfumes rapidinho, inclusive se alguém mudar de colônia. E também cheiro de comida, cheiro de mofo, cheiro de cachorro molhado, cheiro de comida gordurosa, cheiro de óleo/cebola fritando, cheiro de manteiga derretida...
Crianças. ADORO. Principalmente quando são obedientes, senão levam beliscões. Eu não tenho dó de dar beliscão em criança não, ainda mais se é pestinha.
Essa semana minha priminha mais querida está lá em casa, veio com a gente no fds. Ela é boazinha e tem 8 anos.
- Na viagem, estávamos brincando de inventar coisas para distrair a criançada. Tínhamos que dizer coisas que existiam na cozinha com a letra G. Ok, cada um falava um objeto. Geladeira, gelatina, geléia... Ela não quis participar, mas ficava prestando atenção. Quem não soubesse, pulava e saía do jogo. No final, meu namorado acabou vencendo, mas ela soprou pro irmão, o primeiro a sair da brincadeira: Por que você não falou gohan, seu burro?!
*Gohan é arroz em japonês.
- Nathália é uma das minhas priminhas mais novas. Tem só dois anos, mas pensa que é gente grande. Na última festinha de aniversário infantil da família, rolava um som alto, bem adequado ao local: Sandy (blergh) e Junior (blergh). A música era Vamos Pular. A letra era algo do tipo: vamo pulá, vamo pulá até suar!
Mas a Nathália cantava diferente... Vamo pulá, vamo pulá, pessoar!
Tenho mais um milhão de histórias, mas não me lembro agora. Depois eu coloco mais!
Frio. Muito frio. Frio absurdo nas noites de domingo e segunda-feira. Não podia sair à noite sem uma blusa grossa e uma jaqueta. E ainda só consegui dormir com 3 cobertores grossos. O trânsito nunca está congestionado e se você fala que vai chegar em algum lugar em apenas 10 minutos, você realmente chega. Todas as pessoas que me receberam merecem nota 1000. Eu realmente não sei jogar bilhar. Não sei porque ainda insisto. Me senti em uma cidade do interior porque a maioria das casas nos bairros residenciais é térrea. Devo ter engordado uns 3 kgs em apenas 4 dias... Fiquei com ciuminho por ter conhecido a namoradinha do meu irmão que estuda em Curitiba. Mas ela até que é gente boa. Quando eu crescer, quero morar em Curitiba! A comida do Bistrot le Parigot, perto do shopping Cristal, é maravilhosa.
Na quinta, eu estava saindo do trampo, estourando de dor de cabeça. Eu e o Léo saímos já eram quase 21:30hs. E lá funciona assim: o último a sair apaga a luz, porque economizaram até nos interruptores. Só tem um interruptor pro site inteiro. Ou seja: se vc apertar aquele botãozinho, o escritório todo fica no breu.
Estávamos saindo e o Léo me perguntou: - Será que ainda tem mais alguém? Eu respondi que provavelmente não, àquela hora só ficavam os escraviários trabalhando. Então ele apagou e eu estava quase entrando no elevador quando ouvi um barulho de porta. Opa. - Tem alguém aí?? Ninguém respondeu. Mas ouvi passos e acendi a luz correndo. Vai que era uma assombração disfarçada.
Então o qué-qué surge, cambaleante, vindo da cozinha. O que ele estava fazendo lá no silêncio?
Hoje eu tive que entregar um texto pro meu professor de Técnica de Redação. E a proposta era sobre um trecho escrito pelo padre Antonio Vieira. E vou colocar aqui uma das frases: os homens não amam aquilo que cuidam que amam.
Eu viajei um pouco na dissertação. Nunca gostei do modo como o Vieira escreve, desde os tempos do segundo colegial quando a professora de Português deu uma prova sobre um livro dele e me traumatizou. Mas como eu preciso tirar uma nota legal, me esforcei um pouco.
Hm... eu fiz uma relação meio estranha com o Dia dos Namorados e a idealização que nós mesmos fazemos das pessoas. É. Porque, de acordo com a frase, a gente sempre acaba se apaixonando e amando aquilo que nós julgamos ser perfeito e maravilhoso. Ué, não dizem que o amor é cego? Pois essa frase acaba de confirmar.
E nessas datas comemorativas, Dia das Mães, dos Pais, das Avós, dos Namorados e do escambau, todos os seres ‘homenageados’ são perfeitos. No dia 12, o meu namorado vai se tornar o boyf mais perfeito que existe. No dia das Mães, todas as mães são as melhores do mundo e o mesmo acontece com todas as outras datas.
É porque eu acho que a gente tem uma ‘necessidade’ de amar aquilo que idealizamos. A maioria das pessoas sonha com a pessoa perfeita. Eu pelo menos era assim.... Meu cara perfeito fisicamente é o Dean Cain - isso vcs já sabem, hahahah! Alto, com ombro bem largo pra me abraçar e pra eu caber dentro, gosta de ler, curte cinema, sabe reconhecer os erros e as idéias erradas, não é machista, me protege... me leva pra conhecer lugares legais, me faz surpresinhas.... E lógico, tem de ser carinhoso, FIEL, romântico e blá blá blá....
O homem perfeito não existe e eu já me conformei... hehehe!